Abolição da escravidão em 1888 foi votada pela elite evitando a reforma agrária, diz historiador

Amanda Rossi da BBC Brasil em São Paulo

Em 13 de maio de 1888, há 130 anos, o Senado do Império do Brasil aprovava uma das leis mais importantes da história brasileira, a Lei Áurea, que extinguiu a escravidão. Não era apenas a liberdade que estava em jogo, diz o historiador Luiz Felipe de Alencastro, um dos maiores pesquisadores da escravidão no Brasil. Outro tema na mesa era a reforma agrária.

‘Esquecimento dos povos indígenas é proposital’, diz primeira índia mestra em direito no Brasil

Fernanda Kaingáng, egressa da Universidade de Brasília, faz palestra na capital nesta terça. Evento é de graça.

Primeira indígena a conquistar o título de mestra em direito no Brasil, Fernanda Kaingáng disse ao G1 que o esquecimento da história, cultura e vida dos povos que habitam o Brasil desde antes do “descobrimento” é intencional.

“Ao longo da história, os indígenas foram silenciados e invisibilizados, e esse esquecimento é proposital”, explicou. “Nosso país é gerido por pessoas que não estão preocupadas com pobres, negros, índios – sejam eles minorias ou maiorias”, disse.

Candidato negro que passar em concurso para juiz no sistema geral libera vaga para cotistas, decide CNJ

Com a decisão do Conselho Nacional de Justiça, nota obtida por um candidato negro, mesmo que ele esteja inscrito como cotista, não influenciará o mínimo de 20% das vagas da cota.
O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) decidiu que um negro que passar num concurso para juiz a partir de sua nota na concorrência geral entre todos os candidatos libera mais uma vaga na cota mínima de 20% para candidatos negros, mesmo que ele tenha se inscrito como cotista.

89 morreram ou desapareceram após reunião relatada pela CIA em que Geisel autoriza mortes; veja lista

Memorando da CIA revela que ex-presidente permitiu a continuidade de ações contra opositores. Levantamento do G1 com base em dados da Comissão da Verdade identificou quantos foram alvo dessa política.

Por Vitor Sorano, Amanda Polato, Vanessa Fajardo, Carol Prado e Luiza Tenente, G1, São Paulo

Oitenta e nove pessoas morreram ou desapareceram no Brasil por motivos políticos, a partir de 1º de abril de 1974 e até o fim da ditadura, segundo levantamento do G1 com base nos registros da Comissão Nacional da Verdade (CNV).

Frequentar festas suspeitas, novo tipo penal

Acabou de ser divulgado que a Justiça decidiu soltar 137 pessoas que estavam em prisão preventiva desde o dia 7 de abril (uma pessoa já tinha sido liberada por motivo de uma viagem internacional), do total de 159 pessoas inicialmente presas dentro de uma festa, presumivelmente organizada por uma milícia, num sítio em Santa Cruz. Operação policial em que, diga-se não tão de passagem, o principal suspeito escapou, e morreram quatro pessoas, o que abre o questionamento de se ela não poderia ter sido melhor planejada de forma a evitar o confronto armado.

“Não se pode permitir que o Judiciário escolha quem governa e quem pode ser eleito”

Para advogada especialista em estudos sobre o Supremo, o STF tem pautado cada vez mais as eleições presidenciais

Na última terça-feira, o Supremo Tribunal Federal decidiu retirar das mãos do juiz Sérgio Moro parte das delações da Odebrecht que citam o ex-presidente Lula no caso do sítio de Atibaia. Dois dias depois, Moro desafiou o Supremo, decidindo que a ação deveria permanecer em Curitiba.

Acabem com o tormento das festas de dia das mães da escola

POR RITA LISAUSKAS
Aproveitem e cancelem a do dia dos pais também

Eu sei que muitas mães gostam dessa festinha, porque se lembram das celebrações de dia das mães da própria infância. As crianças ensaiavam músicas e grandes apresentações e, nessas cerimônias, entregavam os presentes às mães, que iam sempre às lágrimas. A sua adorava a homenagem e você ficava super orgulhosa em “desfilar” com ela por aí.